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Hiperplasia Prostática: outra doença masculina pra ficar de olho!

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Para além do câncer de próstata, a Hiperplasia Prostática merece devida atenção dos homens não só em novembro, mas o ano todo. 

A hiperplasia prostática benigna (HPB), também conhecida como aumento prostático benigno, é um problema urinário comum que afeta os homens, especialmente aqueles com mais de 50 anos. Ela dificulta o ato de urinar, piorando a qualidade de vida de milhões de homens no mundo todo. 

A hiperplasia prostática benigna é o tumor não-canceroso (benigno) mais comum no homem. Felizmente, existem tratamentos eficientes para este problema urinário, inclusive tratamentos não-cirúrgicos. 

É importante ressaltar que o homem que sofre de HPB não tem predisposição a desenvolver câncer de próstata. Por outro lado, é possível ter HPB e câncer de próstata ao mesmo tempo.

 

POR QUE A HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA CAUSA PROBLEMAS URINÁRIOS?

A HPB se desenvolve quando as células da próstata crescem, aumentando o tamanho da glândula. Este aumento acontece lenta e gradualmente. A maioria dos homens não sabe que tem hiperplasia prostática benigna até que a glândula tenha crescido o suficiente para causar sintomas.

O primeiro sintoma de HPB que a maioria dos homens apresentam é a alteração do fluxo urinário. Uma razão para isto é que quando a próstata começa a aumentar, ela comprime a uretra, tornando-a mais estreita e fina e reduzindo o jato urinário. A HPB também pode causar alterações na parede muscular da bexiga. 

 

MAS TEM TRATAMENTO? QUAIS SÃO ELES?

Com a evolução da tecnologia, as intervenções ficaram cada vez mais poderosas, deixando menos dano ao paciente. Todavia, o tratamento adequado para cada caso precisa ser decidido com o médico que o acompanha.

Medicamentos: De uso oral, são indicados para relaxar os músculos da bexiga ou diminuir o tamanho da próstata;  Este é o tratamento inicial, mas caso ele não surta o efeito desejado, segue para as opções cirúrgicas:

Embolização da próstata: Esta é uma técnica nova, pouco invasiva e que permite uma recuperação rápida do paciente. Consiste em obstruir um vaso sanguíneo para diminuir o fluxo de sangue na região. Por meio de um cateter são inseridos microesferas, que parecem grãos de areia, nas artérias que irrigam a próstata. Isto bloqueia a circulação de sangue para a glândula. Assim, a próstata diminui de tamanho e o paciente volta a ter uma micção normal;

A mais indicada, portanto, por ser menos invasiva e com menos efeitos colaterais. Converse com seu médico vascular.

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Ressecção transuretral da próstata: Esta cirurgia remove parte da próstata que causa os sintomas, através de instrumento cirúrgico introduzido pelo canal da uretra. Após a operação, é colocado um cateter na bexiga para drenar a urina, durante aproximadamente três dias;

Prostatectomia Radical: Os tecidos da próstata são extraídos através de cirurgia aberta (incisão) na região abdominal. Possui alguns efeitos colaterais como a incontinência urinária e a disfunção erétil (impotência).

 

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